terça-feira, 14 de janeiro de 2014

“Are you gonna be my girl “


Quando se namora vivemos a ponto de bala, pelo menos eu. É muito bom quando se tem muita atração pela namorada, quando ela te excita com pouco, tipo, a maneira como me provoca e se insinua.
Estávamos no quarto conversando sobre estilos de música, rock é o meu favorito, um dos estilos favoritos dela também. Sentados na cama ouvindo as músicas que escolhemos ali na hora, lembrando de shows, ou músicas que marcaram alguns momentos em nossas vidas.
Ela me beija, retribuo provocando-a com mordidas pelo seu corpo. Começamos a tirar a roupa bem devagar, luz difusa, as coisas começam a esquentar. Nossa química sempre foi pra além de nosso entendimento.
O som rolando e a transa cada vez mais intensa. Se gravássemos e enviássemos á Vivid, creio que nos contratariam.
Começa a tocar “Are  you gonna be my girl” do Jet. Ela diz:

 - Adoro essa música.

 Digo que também, até que nesse momento ela se transforma em uma dominatrix. Inicia-se a guerra da submissão, mas no caso era eu o submisso.
Deitado, ela vem com tudo pra cima de mim, posição cow girl, que delícia de sexo! Cavalgava no ritmo da música; cabelos soltos na frente dos olhos, cantava e sorria olhando para mim. Há pequenas pausas nessa música e a filha da puta parava exatamente no tempo certo e voltava a pular com gosto.
Outras músicas vieram após essa, mas o clímax da transa foi com o Jet. Nunca mais os ouvi de maneira comum, pois assim que ela toca, lembro de uma transa musicada com a namorada insaciável.

 
So 1, 2, 3, take my hand and come with me...” ♫ ♪

 

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