Voltamos de um jantar em dos
melhores restaurantes de São Paulo. Conversávamos sobre nossos projetos a
caminho de casa. Assim que chegamos vamos até a parte superior, onde
encontra-se o nosso quarto.
Vou até o banheiro e a observo nua
na cama me olhando encostado junto à porta. A convido para tomarmos um banho,
no primeiro momento ela hesita.
Ligo o chuveiro, água quente,
temperatura boa, ajuda a ficarmos relaxados. Ela amarra o cabelo, entramos no
box. Começo lavando seus ombros de costas para mim. Assim que vou esfregando-a
com a esponja, dou beijos somente para provocar. Finalizo a parte de trás, nos
calcanhares. Ela sorri e diz:
- Está se comportando, hein?! –
Não falo nada.
Apenas observo quão belo é seu
corpo, fora o rosto que é de uma beleza exótica, muitos dirão que exótico quer
dizer feio, eu não acho, acredito ser uma beleza não usual.
Peço para que ela lave somente o
rosto. Continuo dando banho, me divertindo. Lavo o pescoço, passo pela parte do
colo, massageio os delicados seios (como são lindos, empinados, rígidos e
macios). Aperto-os vagarosamente sem machuca-los, é claro. Vejo que se excita,
murmurando:
- Safado! – bem baixinho no meu
ouvido.
Faço graça com o seu umbigo e
desço beijando seus lábios inferiores. Começo a chupa-la. Dou uma mordida para
marcar território (coisa de homem).
Achei que ficaria careca de tanto
que puxava meu cabelo. Gemia alto, a água, espuma, vapor, nós, tudo na mesma
sintonia.
De repente ouço:
- Me faz gozar...
Então, a apoio na parede de costas
para mim. Começo a penetra-la devagar. Ela grita insandecidamente , falando uns
palavrões “sujos”, mas que soam lindos. Ficamos de frente, nos beijando muito.
Dou lambidas no seus lábios e com força ela morde os meus. Coloco suas mãos
contra a parede segurando-as com uma das minhas, com a outra livre massageio um
dos seios. A transa fica cada vez mais intensa. Saio do box, sento no chão.
Tapando minha boca com seus dedos, sentando em meu colo, vejo em seus olhos o
quanto ela está excitada. Eu, achando que ficaria louco, estou prestes a
explodir.
Peço para que não pare de
“cavalgar”.
– Cala a boca, ela diz.
Sem dúvida foi a melhor transa da
minha vida.