terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O banho


Voltamos de um jantar em dos melhores restaurantes de São Paulo. Conversávamos sobre nossos projetos a caminho de casa. Assim que chegamos vamos até a parte superior, onde encontra-se o nosso quarto.
Vou até o banheiro e a observo nua na cama me olhando encostado junto à porta. A convido para tomarmos um banho, no primeiro momento ela hesita.
Ligo o chuveiro, água quente, temperatura boa, ajuda a ficarmos relaxados. Ela amarra o cabelo, entramos no box. Começo lavando seus ombros de costas para mim. Assim que vou esfregando-a com a esponja, dou beijos somente para provocar. Finalizo a parte de trás, nos calcanhares. Ela sorri e diz:  

- Está se comportando, hein?! – Não falo nada.  

Apenas observo quão belo é seu corpo, fora o rosto que é de uma beleza exótica, muitos dirão que exótico quer dizer feio, eu não acho, acredito ser uma beleza não usual.
Peço para que ela lave somente o rosto. Continuo dando banho, me divertindo. Lavo o pescoço, passo pela parte do colo, massageio os delicados seios (como são lindos, empinados, rígidos e macios). Aperto-os vagarosamente sem machuca-los, é claro. Vejo que se excita, murmurando:  

- Safado! – bem baixinho no meu ouvido. 

Faço graça com o seu umbigo e desço beijando seus lábios inferiores. Começo a chupa-la. Dou uma mordida para marcar território (coisa de homem).
Achei que ficaria careca de tanto que puxava meu cabelo. Gemia alto, a água, espuma, vapor, nós, tudo na mesma sintonia.
De repente ouço: 

- Me faz gozar... 

Então, a apoio na parede de costas para mim. Começo a penetra-la devagar. Ela grita insandecidamente , falando uns palavrões “sujos”, mas que soam lindos. Ficamos de frente, nos beijando muito. Dou lambidas no seus lábios e com força ela morde os meus. Coloco suas mãos contra a parede segurando-as com uma das minhas, com a outra livre massageio um dos seios. A transa fica cada vez mais intensa. Saio do box, sento no chão. Tapando minha boca com seus dedos, sentando em meu colo, vejo em seus olhos o quanto ela está excitada. Eu, achando que ficaria louco, estou prestes a explodir.
Peço para que não pare de “cavalgar”.   

– Cala a boca, ela diz.
 
Gozamos juntos! Faltava-nos ar, parecia que estava mais de 40º C. Digo para deitar no meu peito, tudo parece estar no devido lugar.

Sem dúvida foi a melhor transa da minha vida.

 

“Are you gonna be my girl “


Quando se namora vivemos a ponto de bala, pelo menos eu. É muito bom quando se tem muita atração pela namorada, quando ela te excita com pouco, tipo, a maneira como me provoca e se insinua.
Estávamos no quarto conversando sobre estilos de música, rock é o meu favorito, um dos estilos favoritos dela também. Sentados na cama ouvindo as músicas que escolhemos ali na hora, lembrando de shows, ou músicas que marcaram alguns momentos em nossas vidas.
Ela me beija, retribuo provocando-a com mordidas pelo seu corpo. Começamos a tirar a roupa bem devagar, luz difusa, as coisas começam a esquentar. Nossa química sempre foi pra além de nosso entendimento.
O som rolando e a transa cada vez mais intensa. Se gravássemos e enviássemos á Vivid, creio que nos contratariam.
Começa a tocar “Are  you gonna be my girl” do Jet. Ela diz:

 - Adoro essa música.

 Digo que também, até que nesse momento ela se transforma em uma dominatrix. Inicia-se a guerra da submissão, mas no caso era eu o submisso.
Deitado, ela vem com tudo pra cima de mim, posição cow girl, que delícia de sexo! Cavalgava no ritmo da música; cabelos soltos na frente dos olhos, cantava e sorria olhando para mim. Há pequenas pausas nessa música e a filha da puta parava exatamente no tempo certo e voltava a pular com gosto.
Outras músicas vieram após essa, mas o clímax da transa foi com o Jet. Nunca mais os ouvi de maneira comum, pois assim que ela toca, lembro de uma transa musicada com a namorada insaciável.

 
So 1, 2, 3, take my hand and come with me...” ♫ ♪

 

Desabafo


Sinceramente, mulher tem que ser despudorada. Claro que na cama.

Tem que saber se portar diante das situações, saber provocar sem ser vulgar. Usar a roupa que valorize seu corpo ou a parte que a natureza lhe favoreceu mais.

Sensualidade é segurança. A mulher tem que gostar de si mesma, achar-se atraente, tudo uma mistura de atitude, personalidade e ousadia (no bom sentido, claro).

Conheci muitas garotas frígidas, desinteressadas, falta de conhecimento ou vergonha, parecia medo, mas do que?  De parecer vagabunda?

O que define a mulher ficar com má fama, não é o número de caras que ela dorme, mas sim a maneira como se comporta perante os homens. As coisas não devem ser escrachadas e nem demasiadamente pudicas.

Mulheres, vocês tem que gostar de pau! Gostar do que está fazendo, não ter medo de julgamentos futuros quanto a noite passada. Creio que sexo pra ser bom tem que agradar a ambos, se um só curtir, ninguém transaria mais, a masturbação resolveria.

Enfim, não ao moralismo e ao pudor dentro de quatro paredes. Sintamos o prazer que o sexo nos proporciona.
 
 Que assim seja!